Um túmulo camoniano em Pedacinhos de Ossos, de Manuel de Freitas

Autores

  • Kigenes Simas

Palavras-chave:

Manuel de Freitas, ruínas, poesia

Resumo

O presente texto parte de uma alegoria a respeito do túmulo de Camões para produzir uma leitura possível do livro Pedacinhos de Ossos, de Manuel de Freitas. Para tanto, buscamos evidenciar a relação entre ruína, mercado e poesia que perpassa os textos de Freitas. Acreditamos que este livro de ensaios cria dispositivos de leitura com as ruínas da modernidade capazes de mobilizar múltiplas constelações históricas. Procuramos, a partir dessa constatação, acompanhar as combinações variáveis de tais constelações que atravessam as análises de poemas produzidas pelo ensaísta português.

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Publicado

2015-10-30

Como Citar

Simas, K. (2015). Um túmulo camoniano em Pedacinhos de Ossos, de Manuel de Freitas. ELyra: Revista Da Rede Internacional Lyracompoetics, (6). Obtido de https://www.elyra.org/index.php/elyra/article/view/106

Edição

Secção

Resenha