Japão nºs 1, 2, ∞... A Invenção do Oriente na Poesia de Miguel-Manso

  • Pedro Eiras
Palavras-chave: Miguel-Manso, Oriente, Japão, citação, representação e imaginário

Resumo

Em O Declínio da Mentira (1889), Oscar Wilde afirma que “todo o Japão é pura invenção. Não há nenhum povo nem nenhum país assim.” Quase um século depois (1970), Roland Barthes viaja para o Japão mas descobre-se perdido num império de signos. Por que se transforma o Oriente numa rede de ficções, artifícios, exílio, por que se multiplica numa sequência de breves poemas, falsos haikus – Japão nos 1 a 7 –, em Contra a Manhã Burra (2008) de Miguel-Manso? Através de um close reading dos poemas, este ensaio pretende descrever o imaginário do Japão na obra deste autor.
Como Citar
Eiras, P. (2014). Japão nºs 1, 2, ∞. A Invenção do Oriente na Poesia de Miguel-Manso. ELyra: Revista Da Rede Internacional Lyracompoetics, (4). Obtido de http://www.elyra.org/index.php/elyra/article/view/60
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