"Verbivocovisual": do Futurismo aos experimentalismos poéticos de John Cage na sua série de "mesósticos"

  • Isabella Cortada Roberta
Palavras-chave: Futurismo, vanguarda, experimentalismo, John Cage, mesósticos

Resumo

A intensificação da metamorfose híbrida tem-se processado no campo performativo em sociabilidade constante com as outras artes, com os outros campos do saber e com a vida, uma grande diversidade que marca a produção contemporânea das artes e que nos obriga a demarcar o território do “diverso” enquanto espaço de construção de linguagens poéticas de diferentes matizes estéticas e comprometidas com alternativas conscientes de trabalho com a palavra ou com as relações entre esta e outros códigos não-verbais. Nesta heteroglossia convocaremos a prática experimentalista dos primeiros movimentos artísticos do século XX, passando pelos radicalismos criativos das décadas de 50 e 60 que culminarão, ainda hoje, com as rupturas poéticas ensaiadas pelo Movimento “Language”. Para ilustrar tudo isso e muito mais, um anarquista da arte e da vida, John Cage, que com a sua escrita mesóstica deu mais um passo em frente para o rompimento entre as diferentes categorias e expressões artísticas.
Como Citar
Cortada Roberta, I. (2016). "Verbivocovisual": do Futurismo aos experimentalismos poéticos de John Cage na sua série de "mesósticos". ELyra: Revista Da Rede Internacional Lyracompoetics, (8). Obtido de http://www.elyra.org/index.php/elyra/article/view/153